Jun 212006
 

Eu estava bêbada quando escrevi o último post! Só pode ser! Achei um monte de erro de concordância. Comi todos os “s” e “r” do final dos verbos. Até parece o povo daqui de Navegantes.

Mas enfim.

Eu amo incondicionalmente. Acho que como todos nós, de certa forma. Eu agüento coisas vindas das pessoas que amo que não agüentaria se viessem de outros. E aí abre-se parênteses e leia-se pessoas que amo como sendo pai, mãe, irmã e marido. Delas, eu agüento coisas que me magoam, calada – como muitas vezes já aconteceu. Porque amo sem querer nada em troca. Incondicionalmente amo.

Entretanto, não me acho boa com os demais. Não tenho essa de “amar o próximo”. E estou sendo sincera! Desculpa, se isso dói ao ler, mas eu não consigo ser assim – incondicionalmente incondicional – com estranhos, por exemplo. Tem que ter um laço, ainda que mínimo, de afeto, de admiração. Mas ainda sim, não incondicional. Por isso não pisa no meu calo. Eu não tenho pena. Eu não quero saber. Se você não me considera, não me peça o mesmo de mim.

Nananinanão.

Neca.

Não.

Nope.

No way, dear.

Não gosto de vinganças e de picuínhas. Nem de brigas. Porém o que fazem comigo, fica guardado – até que um dia eu escancaro, arregaço, “boto pra fora”. Como Caixa de Pandora, só que com classe. Que é pra não (me) esquecer pelo resto da vida.

O porquê de eu estar escrevendo tudo isso, não posso contar, porque é profissional e eu não gosto de escrever coisas sobre o escritório, funcionários ou clientes no blog. Não seria profissional da minha parte. Mas posso dizer não é nada tão sério. Imagino que lendo o post até parece uma coisa monstruosa. É só que na cabeça, o sangue ferve. A pessoa consume o fato, eu recebo o “tapa”, fico desnorteada, tudo fervilha.

Mas já passou.

:)

Ficou estranho esse post, né? Sei lá.

  2 Responses to “Incondicional?”

Comments (2)
  1. Take a deep breath.
    In with love, out with hate…
    In with love…
    Deeep breath now…
    >cough!! cough!! cough!!<
    me engasguei.
    :)

  2. Acho que posts “desabafos” sempre acabam soando meio estranhos quando a gente volta a ler depois o que escreveu… deve ser coisa do momento mesmo. =)

    Que bom que passou… o que não pode mesmo é ficar remoendo, isso sim é que faz mal.

    Eu me identifiquei um pouco com o seu “estilo-vendetta”… Sou do tipo que desencana, mas não perde a oportunidade – que invariavelmente aparece – de me fazer ser lembrada quando esta se apresenta… hehe… coisas da vida, as situações dão voltas.

    Beijo, beijo!

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